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 Ricardo de Oliveira, que é deficiente visual, conquistou o primeiro ouro brasileiro na Paraolimpíada

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O Brasil ficou em 13º lugar no ranking de medalhas da Olimpíada de 2016, realizada durante o mês de agosto no Rio. A meta era ficar entre entre os dez países mais premiados.

Agora, com o início da Paraolimpíada, a meta da delegação brasileira é bem mais ousada: ficar entre os cinco países mais premiados.

A ambição não é infundada. Se nos Jogos de Londres, em 2012, os atletas brasileiros atingiram a 22ª colocação no quadro de medalhas, os para-atletas colocaram o país na sétima colocação geral.

Vice-presidente do CPB (Comitê Paralímpico Brasileiro), Mizael Conrado, ex-jogador de futebol de cinco, voltado para deficientes visuais, afirma que a meta de ficar entre os cinco primeiros no Rio é “ousada, mas factível”.

Leia mais:
https://www.nexojornal.com.br/expresso/2016/09/08/Por-que-o-Brasil-%C3%A9-uma-pot%C3%AAncia-Paraol%C3%ADmpica

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