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A educação que vem do berço

Pais estão cada vez mais conscientes e buscam um ensino infantil que estimule a autonomia

Sem gritos, sem pressas, sem obrigações, mas com orientação, carinho e dedicação. Assim são as escolas que os pais mais conscientes buscam para seus bebês. E cada vez são mais numerosos os que desejam outra forma de educar no período do 0 aos 3 anos, uma etapa não obrigatória, mas de grande importância para o desenvolvimento futuro. “Há famílias jovens que não aceitam qualquer coisa. Vão buscando algo que respeite o desenvolvimento natural das crianças. E, sobretudo, não querem o que elas mesmas tiveram em sua época”, comenta Pilar García Sanz, diretora da escola infantil Los 100 Lenguajes, uma escola privada em Madri.

“As famílias agora têm os filhos de modo mais consciente e isso faz com que se interessem mais pela educação que querem para eles”, prossegue García Sanz. “E buscam alternativas de mais liberdade e autonomia, não no fazer, mas no pensar.” “As pessoas têm cada vez mais cultura e estão mais informadas. E dão muita importância a uma criança respeitosa”, opina Diana Pérez, diretora da escola infantil pública Patas Arriba, em Madri. As redes sociais e a Internet, com mães blogueiras, têm contribuído para difundir esse tipo de educação.

Montessori, Waldorf, Reggio Emilia, Pikler, são vários os métodos que se voltam para a autonomia da criança e que estão em voga também para criança até 3 anos de idade. Embora não exista escola pública infantil que leve o nome de algumas dessas pedagogias, o fato é que são aplicadas em maior ou menor medida.

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http://brasil.elpais.com/brasil/2016/03/15/internacional/1458060421_287014.html