Tags

, , , , , , , , , , , , , , , , , ,

160º ANIVERSÁRIO DO NASCIMENTO DO PAI DA PSICANÁLISE

Ilustração de Ralph Steadman para “Freud” (Libros del Zorro rojo)

Ilustração de Ralph Steadman para “Freud” (Libros del Zorro rojo)

Fotogaleria: http://elpais.com/elpais/2016/05/03/album/1462283604_021891.html#1462283604_021891_1462284642

Freud: O fantasma da rua Berggasse 19

Psicanálise freudiana não teve o menor efeito na neurociência atual: é outra teoria estéril para a ciência

Se a porta mais real da ficção é 221B de Baker Street, onde Sherlock Holmes atendia seus clientes pitorescos, o mais ficcional da realidade é o 19 da rua Berggasse, onde Sigmund Freud tratou seus próprios pacientes, durante o meio século que mudou o mundo e nossa compreensão dele, e também nosso conhecimento sobre o cérebro e a mente, que em última análise terminou sendo a mesma coisa. Vamos examinar aqui três termos ou conceitos, se quisermos ser pomposos, que estão associados a Freud como as duas metades de um velcro: o significado dos sonhos, o poder do inconsciente e o valor clínico da psicanálise, os três lemas ou slogans freudianos que prometiam abrir um continente à vida intelectual do século XX.

Os sonhos são certamente um tema sexy. Eles não só inspiraram grandes obras literárias e artísticas, mas também hipóteses científicas tão terrenas quanto o anel de benzeno (um avanço essencial da química orgânica, sonhado por Kekule). Freud usou os sonhos como um tipo de droga psicotrópica, uma sonda para acessar as camadas ocultas da mente de seus pacientes, seu pensamento automático e livre de repressão defensiva, o tipo de coisa que lemos no monólogo interior de Joyce. Uma ótima ideia.

Leia mais:
http://brasil.elpais.com/brasil/2016/05/05/ciencia/1462444343_344739.html

Anúncios