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Um psicopedagogo na escola?

Obrigatório na rede pública paulistana, o profissional tem papel decisivo no processo 
de aprendizado

Quando atuava como professora na rede municipal de Itabira, em Minas Gerais, Ketlim de Castro, 35 anos, presenciava uma situação recorrente. Os alunos com dificuldades mais graves para acompanhar as aulas acabavam deixados de lado no processo.

Ao perceber que o mesmo acontecia em outras turmas, a educadora, especializada em Psicopedagogia, levou à direção uma proposta: queria dedicar-se inteiramente ao atendimento e à orientação desses estudantes.

“Comecei a reunir três alunos por vez em uma sala, organizando-os por dificuldades comuns e atendendo quase 80 por semana. Foi muito bom. Geralmente, essas crianças têm autoestima muito baixa, acham que não sabem nada e que nunca vão aprender. Porém, quando viam colegas em situações parecidas, sentiam-se mais motivados”, conta Ketlim, que hoje atua como psicopedagoga na Escola Municipal Água Fresca.

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