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Diagnósticos de déficit de atenção crescem no mundo, mas falta apoio

No ano passado, Sinan Sonmezler, de Istambul, recusou-se a continuar indo à escola. Seus colegas do oitavo ano o chamavam de “estranho” e “burro”, e os professores o repreendiam por sua tendência de ficar olhando pela janela durante a aula. O diretor da escola disse aos pais que ele era “preguiçoso”.

Sinan tem Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), uma condição ainda pouco compreendida em muitas partes do mundo.

“Ele não acredita mais que é capaz de fazer qualquer coisa, e parou de tentar”, disse o pai de Sinan, Umit Sonmezler, engenheiro mecânico.

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