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(La Catrina, de José Guadalupe Posada, 1913)

(La Catrina, de José Guadalupe Posada, 1913)

Todos os Santos, Dia dos Mortos

Por Octavio Paz (1914-1998)

(…)

Para o habitante de Nova York, Paris ou Londres, a morte é a palavra que jamais se pronuncia porque queima os lábios. O mexicano, ao contrário, a frequenta, burla-se dela, a acaricia, dorme com ela, a festeja, é um de seus brinquedos favoritos e seu amor mais permanente. Claro, em sua atitude há quiçá tanto medo como na dos outros; mas pelo menos não se esconde nem a esconde; a contempla cara a cara com impaciência, desdém ou ironia: “se vão me matar amanhã, que me matem de uma vez”

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http://www.socialistamorena.com.br/a-morte-segundo-os-mexicanos/

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