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Ensino Superior

Terceirizados e precarizados, novas vozes na universidade

A paralisação dos empregados terceirizados, talvez inédita, cumpriu papel pedagógico para uma parcela dos estudantes

O violento conflito envolvendo seguranças e estudantes no campus da UERJ da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), em maio último, foi apenas o momento mais “espetacular” da crise pela qual passam as universidades públicas federais e estaduais, algumas delas convivendo há semanas com greves de professores ou de funcionários administrativos.

Também em maio, cerca de 200 estudantes ocuparam, por duas semanas, os salões da Reitoria da UFRJ, até arrancarem do seu Conselho Superior (CONSUNI) um conjunto de resoluções favoráveis às suas demandas. Várias faculdades da UFRJ suspenderam suas atividades docentes por também duas semanas devido à paralisação dos serviços prestados por empregados terceirizados de segurança e limpeza que estavam há meses sem receber seus salários.

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