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Denúncia de racismo contra aluna de 12 anos em escola de São Paulo gera comoção

Versão da secretaria de Educação, no entanto, diverge de relato da família que se espalhou pelas redes sociais

SÃO PAULO – Lorena tem 12 anos e agora vai à escola sorrindo com seu cabelo black power. Mas não era assim até o mês passado, quando foi vítima de racismo por colegas de turma no colégio estadual onde estuda, em São Bernardo do Campo, no ABC paulista. Segundo sua mãe, Camila dos Santos Reis, a menina sofreu agressões verbais por causa de sua cor e seu cabelo. A web designer conta que criaram grupos no WhatsApp para insultá-la por mensagens de voz. Lolô, como é conhecida carinhosamente, ouviu e chorou calada. Até que o preconceito chegou aos ouvidos da mãe, que fez barulho nas redes sociais.

O primeiro desabafo de Camila no Facebook foi curtido por mais de 107 mil pessoas e compartilhado por quase 75 mil. No post, ela conta que Lolô lhe enviou uma mensagem, dizendo: “Olha o que eu sofro”. Na sequência, cerca de 20 áudios ofensivos que recebeu de colegas da sua idade, como “Sua preta, testa de bate bife”, “Eu sou racista mesmo”, “Você vai ficar neste grupo até chorar”, “Cabelo de movediça, de macarrão” e outros impublicáveis. Na época, ela usava canecalon (tranças de cabelo artificial).

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http://oglobo.globo.com/sociedade/denuncia-de-racismo-contra-aluna-de-12-anos-em-escola-de-sao-paulo-gera-comocao-16115291#ixzz3ZvkxGstx

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