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Ilustração das emissões de um buraco negro supermaciço no centro de uma galáxia: sinais periódicos detectados pelos cientistas indicam que eles estão sendo provocados pela aproximação de dois objetos do tipo prestes a se fundirem - Nasa

Ilustração das emissões de um buraco negro supermaciço no centro de uma galáxia: sinais periódicos detectados pelos cientistas indicam que eles estão sendo provocados pela aproximação de dois objetos do tipo prestes a se fundirem – Nasa

Astrônomos flagram buracos negros em rota de colisão

É a primeira vez que dois objetos supermaciços do tipo são detectados a ponto de se fundirem em um único gigante no centro de uma galáxia distante

RIO – Os centros de quase todas as galáxias, inclusive nossa Via Láctea, abrigam buracos negros supermaciços, objetos com massas equivalentes a milhões e até bilhões de vezes a do Sol cuja gravidade é tão poderosa que nem a luz pode escapar. E seus enormes tamanhos são creditados ao próprio processo de evolução das galáxias. Ao colidirem e se fundirem umas com as outras, também o fazem seus buracos negros centrais, que assim vão ficando cada vez maiores.

Nas últimas décadas, os astrônomos detectaram vários destes pares de buracos negros em rota de colisão, mas agora, pela primeira vez, uma dupla foi flagrada a ponto de se unir, numa observação que pode ajudar a esclarecer o mistério do que acontece nos estágios finais deste processo. É o chamado “problema do parsec final”, uma referência ao fracasso dos atuais modelos teóricos em prever, por exemplo, como e em quanto tempo ocorre a fusão definitiva destes buracos negros gigantes (“parsec” é uma medida de distância astronômica equivalente a cerca de 3,6 anos-luz).

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http://oglobo.globo.com/sociedade/ciencia/astronomos-flagram-buracos-negros-em-rota-de-colisao-15014457#ixzz3OWguPksB