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Folia de papel, um jogo de amarelinha

Folia de papel, um jogo da amarelinha

Fui pro quintal fazer bagunça. Peguei a coleção Folia de Papel, publicada pela editora Jujuba, e espalhei seus livros pelo chão para ver que histórias eles me traziam. Até então, não sabia que teria diferentes caminhos de leitura e que, para que isso pudesse acontecer, minha participação como leitora seria fundamental. A coleção é toda pensada na estrutura física do livro como um objeto mesmo. Assim, o manuseio faz parte desse descobrimento que une palavras e imagens, ideia da artista plástica Edith Derdyk, que coordenou a coleção.

“(…) E de tanto gostar de inventar maneiras diferentes de se fazer um livro, me veio a ideia de fazer um livro de uma folha só. Uma folha que, quando destacada e dobrada várias vezes, se transforma numa sequência de páginas que vira nisso que entendemos como livro. Só que este é um livro que pode ser lido de diversas maneiras diferentes, dependendo de como a gente dobra e desdobra a folha de papel”, escreveu na abertura de um dos título da coleção, de sua autoria: O Gato, o Novelo e o Passarinho.

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